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Operação que matou Bin Laden


O porta-voz também confirmou que ninguém vai receber a recompensa de US$ 25 milhões que o governo oferecia por informações sobre o paradeiro de Bin Laden.

Os EUA afirmaram nesta segunda-feira (9) que não vão "se desculpar" com o Paquistão por terem realizado um ataque que matou o terrorista Osama bin Laden em solo paquistanês, após o governo de Islamabad ter se quei queixado do "unilateralismo" americano na operação.
O porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, afirmou que Washington levou a sério as queixas do Paquistão, mas acrescentou que "não nos desculpamos pela decisão que o presidente tomou".
Ele afirmou que Obama estava convencido de que tinha o "direito e o dever" de montar o ataque, e observou que o presidente afirmou durante sua campanha que iria agir para pegar Bin Laden no Paquistão, se necessário.
Militantes da Liga Muçulmana do Paquistão queimam bandeira dos EUA durante protesto em Multan nesta segunda-feira (9) (Foto: AP) 

Militantes da Liga Muçulmana do Paquistão queimam bandeira dos EUA durante protesto em Multan nesta segunda-feira (9) (Foto: AP)
Bin Laden Infográfico Mapa Atualizado - 7/5/2011 - 20h43 (Foto: Editoria de Arte/G1)
O primeiro-ministro do Paquistão, Yousuf Raza Gilani, reclamou mais cedo sobre a invasão americana em Abbotabad que culminou com a morte Bin Laden  na madrugada de 2 de maio, depois que o governo paquistanês não foi informado com antecedência sobre o plano.
Carney também afirmou que os Estados Unidos ainda estão buscando cooperação de Islamabad para ter acesso às três viúvas do líder da al-Qaeda que se encontram sob custódia do Paquistão e podem ter informações vitais sobre o grupo terrorista.

MUNDO EM FESTA - Morre Osama Bin Laden, O Terrorista Mais Procurado


Notícia - Morre Osama Bin Laden, O Terrorista Mais Procurado

Descrição: O Líder islamita Osama Bin Laden, instigador declarado dos atentados de 11 de setembro de 2001 e objeto da maior caça humana da história, foi morto neste domingo (1º), quase dez anos depois dos ataques que deixaram quase 3 mil mortos nos Estados Unidos. Desde o fatídico 11/9, o milionário de origem saudita, líder da rede terrorista Al-Qaeda e cujos rastros se perderam no sul do Afeganistão e na fronteira com o Paquistão, reaparecia episodicamente em gravações de áudio e vídeo ao longo dos anos. Alto, magro, sempre usando barba, Bin Laden nasceu em Riad. Filho de um magnata saudita da construção próximo da família real, utilizou sua fortuna para financiar o Jihad (guerra santa) contra os soviéticos e depois contra os americanos. Em 1973, Bin Laden entrou em contato com grupos islamitas. Após a invasão soviética do Afeganistão em 1979, viajou para este país para combater os invasores com o apoio da CIA, a Agência Central de Inteligência americana. Sua organização, Al-Qaeda ("A Base"), foi fundada em 1988, ou seja um ano antes da retirada soviética do Afeganistão. Em 1989 voltou à Arábia Saudita. Após o estouro da guerra do Golfo em 1991, ele criticou a família real por ter autorizado o desdobramento de soldados americanos em território saudita, o que o fez ser declarado persona non grata no país. Instalou-se então no Sudão, onde os serviços americanos de inteligência o acusaram de financiar campos de treinamento de terroristas. Em 1994, foi definitivamente privado da nacionalidade saudita. Em 1996 o Sudão, submetido à pressões americanas e da ONU, pediu a Bin Laden que fosse embora do país. Ele foi então para o Afeganistão, onde fez funcionar uma dezena de campos de treinamento e lançou apelos contra os Estados Unidos. A ação mais espetacular que lhe foi atribuída antes do dia 11 de setembro foi um ataque contra as embaixadas americanas na Tanzânia e no Quênia, no dia 7 de agosto de 1998, que causou 224 mortos e milhares de feridos. Em 1999, ele foi incluído na lista da Birô Federal de Investigações americano (FBI) entre as dez pessoas mais procuradas do mundo. Bin Laden também foi acusado de ter ordenado o ataque contra o navio americano "USS Cole" no Iêmen, que fez 17 mortos em outubro de 2000. Os Estados Unidos, que o acusam de ter planejado desde o Afeganistão os ataques suicidas de Nova York, Washington e Pensilvânia do dia 11 de setembro, deram início a uma perseguição depois de, em 23 de setembro, as autoridades americanas ofereceram 25 milhões de dólares por qualquer informação que permitisse Capturá-Lo!.

Instrumento científico mapeou a lua com detalhes nunca antes vistos



Depois de um ano e meio viajando para completar o projeto, o Lunar Orbiter Laser Altimeter finalizou sessões de mapeamento da superfície da lua
O site Cnet publicou imagens do Lunar Orbiter Laser Altimeter (LOLA), um dos sete instrumentos científicos que estão a bordo de uma nave espacial, que acaba de completar um projeto inovador. Desde junho de 2009 o LOLA vem mapeando a superfície da lua e agora conseguiu finalizar as sessões com uma riqueza de detalhes nunca antes vistos. Segundo a NASA, o LOLA usa laser para medir a elevação, declividade e rugosidade da superfície da lua em 3D. O objetivo principal era produzir uma rede global para a lua para que todas as outras observações pudessem ter referências.